Blog

Blog

Conversão, reciclagem ou direto pro lixo? Você decide.

segunda-feira, 7 de 03, 2016
Tags:

Semana passada encontramos nossa caixa de correio cheinha de flyers, imãs de geladeira e papéis. Eis que surgiu uma reflexão: até que ponto esse tipo de Comunicação funciona? Nosso Brand Manager, Alisson, te fala mais sobre o assunto 😉

“Sexta-feira percebemos, aqui na agência, que esquecemos de checar nossa caixa de correios. Aquela de metal, na entrada, seus pais ou avós sabem o que é. Sim. Existe e tem utilidade!

10621191_1024255910974639_846083322_o

O resultado de cinco dias de esquecimento está na foto. Não são contas atrasadas ou cartas de um parente distante. São materiais publicitários. Isso, embora recorrente, me assustou e resultou neste texto.

São os mais diversos segmentos e tamanhos de empresas. Dos mais diversos bairros e regiões da cidade. Para os mais diversos tamanhos de bolso. Uma verdadeira farofa. Muita informação e pouca relevância. Será que a ação foi planejada com esta finalidade? Houve um mapeamento das rotas, com leitura básica do perfil de público para a definição desta distribuição? A equipe foi treinada para colocar UMA UNIDADE por casa e não QUINZE flyers de uma vez? Para não embolar e rasgar o material para forçá-lo a caber na caixa? Claro que não.

A lógica é o formato mais barato, com o papel mais barato, com a impressão de um lado só para “fazer mais”, o layout do sobrinho e um entregador freelancer, a 50 reais por dia. Isso, em 2016, foi a “estratégia”.

Nós, que trabalhamos ou observamos a comunicação diariamente, entendemos e vemos exemplos frequentes de que estratégias que observam, entendem e respeitam o público se saem melhor e convertem muito mais. Acrescento. Fidelizam e encantam. Não é segredo para ninguém que ir atrás do cliente custa muito mais do que fazê-lo chegar até você. A Publicidade que chega chegando, interrompe seu programa, seu vídeo e suas músicas vai durar muito tempo ainda. Mas outras formas, como o marketing de conteúdo e a lógica do Inbound Marketing, estão se mostrando mais eficazes. Eles propõem uma troca: ofereço algo relevante para você e você me dá a sua atenção. A lógica é encarar a conversão como um processo e que o prospect pode ter diferentes níveis de envolvimento e possibilidades de se interessar, de fato pelo seu produto.  É o que chamamos de funil de vendas. O potencial cliente ensina como fazer para que ele se torne cliente de fato.

Mas essa lógica é aplicável para todo e qualquer negócio? De Nike ao Tiozinho do Gás do bairro? Claro que não. A complexidade é determinada por diversos fatores e isso vai impactar na definição da estratégia. Mas a lição é a mesma:  entenda seu público, onde ele pode estar e como ele gosta de ser abordado. E principalmente: o que fará dele um cliente fiel?

Qual será minha taxa de conversão com os flyers? 1%? 2%? Se eu pretendo manter essa estratégia, como fazer esse índice evoluir? O que fica claro é que o mais barato para mim será o mais barato para todos. O mais fácil para um fornecedor será o mais fácil para todos.

Vide a foto acima.

Eu gosto do ímã. É útil, me ajuda na hora do aperto, quando o gás acaba. Mas precisa ser sempre o botijão com olhos e sorrisão? Uma vez, o gás veio com um pano de prato de brinde. Minha mãe amou e sabe o telefone de cor. Na fila do sacolão, sábado passado, um funcionário servia melancia fatiada, no calor de final de verão. Nunca mais fui a outro sacolão. Entendeu a lógica?”

E você, o que acha sobre isso? Conta pra gente 😉

Contato

Em que podemos ajudar?

Cancelar