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Economia Criativa: Parte 1

quinta-feira, 19 de 05, 2016
Tags: comunicação, economia criativa, Empresa, estratégia, importância, inovação, negócio, público, relacionamento, solução

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João Raia

Head Creative

Cada vez mais, é preciso apreciar a importância de uma boa comunicação, pensada de forma estratégica para as empresas. Por muito tempo, entendia-se comunicação como uma despesa e não investimento. Nesse sentido, ela era sempre a primeira na lista de cortes de orçamento – já que o budget de comunicação era geralmente alto e a ideia de um retorno direto era meio difusa e complicada. Acredito que essa mentalidade começou a mudar – o que faz com que atitudes empreendedoras em relação à ela também mudem.  A ideia não é fazer comunicação por fazer, sem um direcionamento, sem objetivos e sem metas a serem alcançadas. A concepção de que comunicação é algo totalmente imensurável e subjetivo geralmente afasta os gestores e empresários, pois eles precisam entender e justificar seus investimentos e a incerteza nunca é muito atrativa. Porém, com o avanço das tecnologias, já é possível pensar em formas mais inteligentes de produzir conteúdo nessa área e medir seus resultados, entender as melhores práticas e aprender com os erros.

Basicamente, a comunicação serve para resolver problemas.

Seja aumentar o conhecimento de marca, aumentar vendas, ganhar espaço no mercado, criar melhores vínculos com seus clientes (leia mais sobre comportamento do consumidor AQUI), fazê-los comprar mais, fazê-los recomendar sua empresa, publicizar suas soluções. Vivemos em uma sociedade extremamente visual, completamente imersa na tecnologia cotidiana (saiba mais sobre comportamento multiplataforma AQUI), cheia de estímulos para atender e em uma constante briga pela atenção do consumidor. A comunicação certa para as pessoas certas é aquela que vai fazer a diferença. Somos como uma espécie de médico – precisamos identificar os sintomas corretamente e tratar com o melhor remédio  o que deve ser tratado.

Claro, comunicação ainda é uma ciência humana. Ainda existem muitos fatores alheios às nossas vontades que fazem toda a diferença para que uma estratégia seja bem sucedida ou não. Não podemos pensá-la como receita de bolo “Se ele fez com a marca dele, vou fazer também”.

Entender a importância de uma comunicação pensada de forma estratégica é o primeiro passo das empresas para obter resultados melhores e mais efetivos em suas marcas.

Como? A comunicação é a cola de tudo o que se refere à empresa – ela vai transmitir a estratégia, ela vai comunicá-la a seus públicos, vai estar presente na persuasão e encantamento do consumidor, vai ser responsável por criar e manter relacionamentos com os diversos stakeholders. Com uma boa comunicação aliada a uma boa estratégia da companhia, você consegue atingir seus objetivos de forma mais fácil e sem turbulências. Ela é a chave de tudo – é quem vai definir como você vai falar, quando, pra quem, de quais formas, em quais meios. Por isso, pensar em comunicação é fundamental no processo de novos negócios e serviços. De que adianta você ter alguma coisa bem legal, se ninguém sabe disso? Ou se seu consumidor compra uma vez e nunca mais? A criação de relacionamentos, a “desmassificação” das iniciativas de comunicação (ou seja, aumentar a personalização e pensar conteúdo diferente e específico para cada tipo de público diferente, a cada ação), a análise e estudo dos públicos são ingredientes essenciais para qualquer prestador de serviço de comunicação atuais. É preciso mais do que o famoso feeling, é preciso informação. (Informação vale ouro e nos ajuda a criar e pensar de forma mais assertiva). É preciso pensar sempre mais, diferente, criativamente para que tenhamos os efeitos desejados. Em um mundo globalizado, as ideias originais tendem a ser muito mais valorizadas, afinal de contas, vivemos com um constante sentimento de “já vi isso antes”. Um dos grandes desafios torna-se entender e se comunicar com os públicos, ouvi-los, analisá-los, pensar comunicação para eles, com eles. Temos de nos reinventar e aprender a nos comunicarmos a cada nova solução criativa, a cada nova campanha.

Veja a parte 2 da entrevista aqui

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