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Economia criativa: Parte 2

sexta-feira, 20 de 05, 2016
Tags: coletividade, comunicação, Criatividade, economia criativa, Empresa, inovação, negócio

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João Raia

Head Creative

No post anterior (leia aqui) falamos um pouco da importância do serviço de comunicação para empresas e como elas fazem a diferença.

Hoje, vamos falar sobre como é possível unir criatividade e inovação nos novos negócios.

Acredito que estamos experienciando um novo tipo de mindset. O “o que eu sei, não passo pra ninguém” está morrendo.

Vivenciamos uma nova forma de pensar e agir, coletivamente, focando nas experiências e backgrounds individuais como insumo das diferenças, pensando em soluções coletivamente.

A ideia é construir COM e não isoladamente. Melhor ainda, se partirmos do pressuposto de juntar o diferente. Acredito muito que da diferença saem soluções criativas muito mais interessantes e robustas do que em ambientes padronizados . Imagine uma situação. Pessoas que pensam igual, têm as mesmas referências e backgrounds e são estimuladas pelas mesmas coisas, se juntam para resolver um problema. A probabilidade de termos uma solução “empacotada”, de prateleira, pronta, pré-definida é muito maior. Ainda que todos tenham as suas individualidades. Ao passo que, se juntarmos pessoas com background diferentes, teremos uma solução que pode se mostrar muito mais inovadora e criativa. Encontrar terreno comum nas diferenças é um ótimo exercício de criatividade, pois exige mais do que pensarmos somente nas soluções que me atendem (aí, tornam-se bolhas pensando para bolhas e a comunicação não ganha aderência quando sai da sala de onde surgiu). Nesse sentido, podemos pensar juntos o que nos atenderia e achar uma solução em conjunto para aquilo, abrindo espaço para novos negócios.

Precisamos também, ter em mente, a complexidade de um novo negócio e como diversas pessoas, com expertises diferentes, mas que compartilham a mesma vibe, podem ajudar nessa construção de forma mais fácil.

Vivemos em uma era em que a cooperação se tornou ingrediente fundamental de novas ideias e sinônimo de inovação e quebra de paradigmas e pré-conceitos.

A criatividade não é um dom, como muitos pensam (e a gente já falou sobre os mitos da criatividade aqui). Há muitas pessoas que têm uma propensão a se libertar e voar de forma mais fácil, fazendo com que elas tenham ideias criativas mais frequentemente. Porém, a criatividade é uma potencialidade que pode ser trabalhada, treinada e estimulada, através de práticas e de ferramentas próprias para o crescimento de boas ideias. Trabalhar juntos têm também suas peculiaridades para que esse trabalho resulte em algo produtivo. A criatividade não floresce em ambientes cerceadores, impositivos, sem espaço ao diálogo e ao novo, por exemplo. Nesse sentido, criar um ambiente favorável ao coworking, ao compartilhamento de informações e práticas, ao desenvolvimento dos profissionais em diversas áreas, um espaço agradável, divertido, fornecem um cenário bem favorável ao desenvolvimento de ideias mais interessantes e mais criativas.

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