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Geração Y: 5 mudanças significativas no comportamento dos millennials

segunda-feira, 20 de 06, 2016
Tags: comportamento, Consumo, geração, geração Y, Jovem, Milennials, mudança

Estudar o comportamento da juventude no Brasil de forma significativa, é algo tecnicamente novo. Tanto aqui, quanto no restante do mundo, estudiosos querem compreender os hábitos, pensamentos e aspirações do jovem para utilizar essas informações no desenvolvimento de novos negócios, produtos e serviços que atendam esse público de maneira personalizada. Foram criados alguns grupos para separar e definir as gerações. A faixa etária escolhida varia de autor para autor.

Apesar de não ser totalmente eficaz, já que o conceito de juventude hoje muitas vezes ultrapassa a noção de idade e se relaciona muito mais com o modo de agir (entenda mais AQUI), o estudo de gerações contribui para observarmos atitudes comuns dos jovens de agora e compará-los com a juventude de um período anterior. Entenda mais sobre a mudança de pensamento quanto a algumas questões essenciais, hoje não tão em primeiro plano assim, como casamento, casa própria e compra de um carro para os Millennials ou geração Y(definidos por alguns como os nascidos entre os anos 80 e 90):

Emprego

Segundo a revista Super Interessante, os Millennials buscam ambientes colaborativos em que possam exercer sua função trabalhando em equipe e se tornando amigos dos colegas de trabalho. É importante que tenham espaço para dar suas opiniões e tenham um chefe que haja como tutor, ensinando a eles novas habilidades, competências e que possa ser um exemplo, ao invés de só cobrar e dar ordens. Eles tendem a ser mais empreendedores também. Uma pesquisa realizada em 2015 numa escola de ensino médio nos EUA, mostrou que 70% dos alunos do ensino médio americano, pretendem abrir a própria empresa um dia e acham que isso dará mais estabilidade financeira do que um emprego tradicional.

Carro

Com o crescimento das soluções em transporte alternativo, os Millennials têm dado menos prioridade para a compra de um carro. Porém, isso não significa que eles não querem adquirir esse bem, só que isso não é uma prioridade principalmente num cenário que existe a economia compartilhada. Alguns  valores por trás da compra de um automóvel também mudaram e hoje é possível ter autonomia e liberdade mesmo sem ele. “Em 2010, adultos entre 21 e 43 anos compraram apenas 27 por cento de todos os novos veículos vendidos na América, bem abaixo do pico de 38 por cento em 1985”, disse esta publicação do The Atlantic.

Casa Própria

O desejo de uma casa ou apartamento próprio ainda é bastante forte, porém essa é uma preocupação que tem se tornado mais tardia. Hoje, o jovem tem ficado mais tempo na casa dos pais, economizando os gastos que teria morando sozinho, para outras coisas vistas como prioridades. Segundo o site Megacurioso, uma pesquisa realizada em Harvard revelou que houve uma queda de 12% de compra de imóveis entre os jovens com idade abaixo dos 35 anos – isso apenas entre os anos de 2006 e 2010.

Casamento

Apesar das gerações anteriores verem os jovens atualmente como desapegados e sem compromisso, grande parte dos Millennials desejam se casar e constituir uma família. O que muda é que isso não é uma prioridade como antigamente. Eles têm uma visão de estabilidade financeira antes e a tendência é que o matrimônio aconteça mais tarde. Uma pesquisa de 2013 do IBGE comprova esse fato. De acordo com o levantamento de dados de 2013, os brasileiros estão indo cada vez mais tarde ao altar. A idade média dos solteiros na data do casamento era de 26 anos para os homens, em 2002, e subiu para 28 anos, em 2012. Entre as mulheres, no mesmo período, a idade para se casar subiu de 23 para 25 anos.

Tecnologia

Os Millennials possuem uma relação com a tecnologia de quase extensão de seus corpos. Segundo pesquisa da TNS Brasil, eles passam em média 1168 horas no celular por ano. Além disso, são muito mais familiarizados com o que surge de novo em termos de eletrônicos, já que estão acostumados a crescer e se desenvolver juntamente a esses dispositivos. Segundo artigo publicado pela Istoé, eles “creem no poder da tecnologia , capaz, na visão deles, de transpor barreiras de linguagem, de facilitar a conquista de um novo emprego e até de reduzir as diferenças sociais”.

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