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Marketing Jovem: O que é a Juventude, hoje?

segunda-feira, 6 de 06, 2016
Tags: comportamento, faixa etária, Jovem, juventude, marketing jovem, publicidade, público, youth marketing

Ser jovem não tem mais a ver com idade.

Ué, não? Como assim?

A juventude se reinventou de acordo com as mudanças sociais no âmbito que vivemos hoje e ganhou uma nova maneira de ser analisada como público. Quer entender mais? Vem com a gente!

O conceito de Juventude sempre teve tudo a ver com comportamento. Foi necessária a criação dele para marcar aquela época maluca de transição entre a infância e a idade adulta. Ao longo da história dessa definição, desde lá pelos anos 50, os comportamentos foram mudando de acordo com aspectos históricos, culturais e sociais, mas sua essência sempre foi a mesma. Ela é composta basicamente por ousadia, liberdade, experimentação e vontade de mostrar quem você é pro mundo.

Porém, esse tipo de atitude era considerado exclusivo de uma faixa etária.

Atualmente, a juventude tem durado mais. O ser humano nunca viveu tanto tempo. No Brasil, por exemplo, a expectativa de vida aumentou 12,4 anos entre 1980 e 2013 segundo o IBGE.  

Com a oportunidade de se conectar, de conhecer mais coisas, lugares e se relacionar de formas cada vez mais diferentes, mais pessoas têm mantido a essência do comportamento jovem. Através da conectividade que temos disponível, todos podemos ser ativos e transformadores independentemente da idade. Segundo a pesquisa TIC Domicílios, realizada pelo Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação, em 2014, 50% dos lares brasileiros passaram a ter internet.

Nesse contexto, temos também o acesso a tanta informação, que existe uma grande difusão dos comportamentos, complexificando a ideia de reduzir esse grupo a uma geração. Assim, concluímos que juventude agora tem pouco a ver com dados demográficos e mais com pulsões e momentos de vida. E é isso que devemos observar como bons profissionais do Marketing.

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Com essa “morte” dos dados demográficos tradicionais, é preciso que a gente analise cada vez mais as pessoas por suas vivências e singularidades. Inclusive, o consumidor tem procurado marcas mais humanas, que saibam se relacionar com ele e entendê-lo melhor (leia mais AQUI). As plataformas online nos ajudam bastante na hora de fazer um levantamento desses dados. Temos a capacidade de chegar a características de nichos específicos, mas também de cada indivíduo pertencentes a eles.

A publicidade sempre trabalhou com estereótipos e isso fez com que ela caísse em clichês. As marcas se conectam a estilos generalizados e está na hora de mudar isso numa era em que a autenticidade é cada vez mais valorizada. Quando uma campanha chega e quebra um estilo sempre repetido, de forma inteligente claro, ela acaba repercutindo de maneira diferente. 

(Propaganda de marca britânica de absorvente)

( A quebra do estereótipo da relação do gênero feminino com o futebol rendeu mais de 82 mil compartilhamentos no Facebook em apenas 16 horas)

O desejo humano e sua forma de ver as coisas é sempre muito variado e singular. A partir disso, precisamos nos reinventar como profissionais para aprender a compreende-los e suprir a necessidade de cada consumidor. Estudar o novo conceito de juventude é essencial para isso. É necessário ver além de estereótipos e de apenas dados demográficos para conhecer verdadeira e humanamente quem é esse público.

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